Não tenta "fazer todos amigos", "consertar o mundo" ou fingir que as culturas se compreendem naturalmente.
Não se compreendem.
E essa cegueira — os filtros, os mitos herdados, as histórias distorcidas — molda a forma como os jovens veem o mundo hoje.
TwoNations existe para limpar essa neblina.
Exploramos como pessoas de diferentes países realmente pensam, falam, discutem, brincam, amam, temem, criam estereótipos e se interpretam mal.
Não com manuais.
Não com discursos políticos.
Mas com histórias reais, detalhes pequenos, viagens, momentos — tudo o que revela como as culturas realmente funcionam.
É uma plataforma para quem cresceu num mundo que parece polarizado, rápido, barulhento e frequentemente distorcido.
Aqui, cortamos o ruído e olhamos direto para a realidade:
o que as pessoas realmente veem quando olham para além da fronteira.
Sem maquilhar
Sem demonizar
Apenas clareza
O nosso conteúdo é multilíngue — inglês, francês, português — porque cada língua abre um ângulo diferente da realidade.
O objetivo é simples:
dar aos jovens ferramentas para entender outras perspectivas, sem precisar concordar com elas.
Quando vês com clareza, não te tornas "mais tolerante".
Tornas-te menos manipulável.
Menos perdido.
E mais firme na tua identidade.
TwoNations é para quem quer entender como o mundo realmente funciona — para lá das manchetes, dos memes e dos estereótipos.
Não para unir nações.
Para perceber porque veem o mundo de forma diferente — e o que isso revela sobre nós.

Meu nome é Vlad Lario. Nasci além do Círculo Polar Ártico, em algum lugar entre o frio, as auroras boreais e a ideia absurda de ensinar francês a crianças que nunca tinham visto Paris a não ser em fotografias. Desde cedo, sonhei em me tornar diplomata: falar várias línguas, viajar, apertar mãos importantes, assinar papéis com canetas caras demais…
Mas a vida adora reviravoltas: falhei em francês no exame de entrada do ministério, e minha carreira diplomática terminou antes mesmo de começar.
Então me voltei para o que faço de melhor: criar projetos. Muitos projetos.
Fundei o Aloha Club, um clube linguístico e cultural para jovens, que reuniu mais de 2.000 pessoas em seus eventos. Mais tarde, criei uma empresa de facility management, hoje uma das maiores em seu campo. Depois me tornei cofundador do CryoBioBank, um biobanco que preserva biomateriais através da criogenia — definitivamente mais sério do que parece.
Entre aventuras empresariais, vivi vários anos em Portugal, onde aprendi a amar Lisboa, seu ritmo tranquilo e seus pastéis de nata irresistíveis demais. Também viajei para mais de 50 países. E fui profundamente tocado pelos Jogos Olímpicos de Paris: a energia da cidade, a abertura das pessoas, aquela sensação de testemunhar um raro momento de unidade global.
Hoje, estou construindo Two Nations — um projeto que mistura tudo o que amo: línguas, culturas, história, mal-entendidos entre países, humor, e aquela ideia teimosa de que os povos podem se entender mesmo quando os Estados não mais se falam.
Não sou diplomata. Não tenho um terno de três peças. Mas acredito sinceramente em conversas honestas — mesmo que sejam desconfortáveis, às vezes engraçadas, mas sempre reais.
Se você está aqui, bem-vindo. Vamos continuar a conversa juntos.
— Vlad
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